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Tagus Universalis – Associação
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Nota Informativa (15 de Dezembro de 2010)
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Quem somos?
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A Tagus Universalis – Associação, NIPC 508847303, também Associação Tagus Universalis Portugal ou Associação, rege-se pelo disposto no Acto Constitutivo e respectivos Estatutos, os quais, em certidão requisitada sob o n.º 31/2009, foram inscritos na Conservatória do Registo Nacional de Pessoas Colectivas (Praça Silvestre Pinheiro Ferreira, 1-C, Apartado 4064 1501-803 Lisboa) em 14 de Janeiro de 2009.
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Corpos sociais (eleição e tomada de posse em 27 de Outubro de 2010)
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Assembleia-Geral:
Presidente – Gilberto d´Oliveira Domingos
1º Secretário – Carlos César Salgado
2º Secretário – Jaime Calçada Gomes
Direcção:
Presidente – José Bastos Saldanha
Vice-Presidente (substituto do Presidente) – António Antunes Dias
Vice-Presidente (ligação à Tagus Universalis Espanha) – Barbara Palomares
Vogal (em acumulação com as funções de Tesoureiro) – António Maia Nabais
Vogal (em acumulação com as funções de Secretário) – João Soromenho Rocha
Conselho Fiscal:
Presidente – Miguel de Azevedo Coutinho
Vogal – João d´Oliveira Domingos
Vogal – Francisco Almeida
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Finalidade
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Influenciar decisivamente a Sociedade Portuguesa - em cooperação com a nossa congénere Tagus Universalis Espanha - para que a paisagem cultural do Tejo Ibérico seja inscrita na Lista de Património Mundial da UNESCO e assegurar que seja preservado o seu excepcional valor universal. Nesse sentido, a Declaração de Vila Franca de Xira de 20 de Junho de 2009 - que recebeu uma aprovação de princípio dos seus participantes - enuncia a decisão de instituir a Rede Transnacional de Cultura do Tejo e faz apelo ao apoio de instituições públicas e privadas e à participação cívica (em anexo).
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Objectivos
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_A Associação Tagus Universalis Portugal vai lançar um amplo debate sobre o conceito de paisagem cultural aplicável ao Tejo para definir e compilar os elementos essenciais à fundamentação da Candidatura, os quais devem depois ser validados para ganhar a forma final de um Atlas do Tejo.
_O mesmo debate vai permitir desenvolver, com as redes sociais locais, uma percepção mais ampla sobre o Tejo e a sua paisagem cultural, por intermédio da construção ascendente de uma Rede Transcomunitária da Paisagem Cultural do Tejo Português.
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Encontro “Compreender a paisagem cultural do Tejo e os seus valores”
― Sociedade de Geografia de Lisboa, 22 de Janeiro de 2011 (a confirmar) ―
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Em planeamento:
Missão - apresentar a ideia da candidatura do Tejo ibérico para inscrição na Lista de Património Mundial da UNESCO e apreciar o conceito de paisagem cultural aplicável a fim de conhecer as suas implicações em termos institucionais, mormente a sua adequabilidade e a exequibilidade como candidatura transnacional.
Organização
Painel 1 – “A paisagem e o Tejo” (Os conceitos de paisagem da UNESCO e do Conselho Europeu e o processo de candidatura transnacional; o caso da paisagem cultural do Alto Douro Vinhateiro; e as unidades de paisagem no Tejo português)
Painel 2 – “A água: o elemento essencial” (O implemento da diretiva-quadro da água; a gestão dos recursos hídricos transfronteiriços; a gestão sustentável da bacia hidrográfica do Tejo e as comunidades; água e biodiversidade: a sustentabilidade ecossistémica do Tejo)
Painel 3 – “Tejo: Interação entre Natureza e comunidades” (Como harmonizar os critérios de definição dos limites da paisagem cultural do Tejo com opções estratégicas de desenvolvimento regional; paisagem cultural: o vínculo espiritual na conservação dos valores naturais do Tejo; o uso milenar dos espaços agrícolas e florestais do Tejo e a requalificação sustentável da ruralidade dos processos produtivos tradicionais e das artes e dos ofícios afins; o Tejo: lugar inquieto de memórias, identidades e culturas; a construção da paisagem cultural como instrumento de afirmação da cidadania e de coesão social das comunidades, o elo essencial na proteção e valorização do património natural e cultural (material e imaterial); que Tejo deixamos aos vindouros?)
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A Associação Tagus Universalis Portugal apela às instituições, públicas e privadas, e à sociedade civil, em particular às comunidades da borda d’água, o apoio institucional e a participação cívica, condições indispensáveis à construção da Candidatura.
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Agradece-se a sua participação e a divulgação desta informação!
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